empreendedorismo

Os 3 Pilares da Motivação

Esse texto é uma tradução minha do excelente “The Three Pillars of Motivation” de Francisco Sáez. Vale a pena a leitura e reflexão.

 

Daniel Pink nos fala em seu livro Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us que trabalhar é tão natural como jogar e descansar e isso, sobre as condições ideais, nos faz aceitar e buscar esse tipo de responsabilidade.

A maioria das pessoas são movidas por motivações intrínsecas ao invés de extrínseca, ou seja, elas se preocupam mais com a satisfação que pode ter em fazer determinado trabalho do que com as recompensas externas que eles irão receber por fazer isso.

A longo prazo, pessoas motivadas intrinsecamente tem mais sucesso do que as que apenas procuram a recompensa, pois elas tem uma vontade muito grande de controlar suas vidas. Elas também tendem a ter uma maior auto-estima e melhores relacionamentos.

Para alcançar esse nível de motivação nós precisamos de três ingredientes:

1. Autonomia

Nós gostamos de dirigir nossos comportamentos nós mesmos

Algumas empresas estabeleceram ambientes de trabalho baseado apenas em resultados. Nesses ambientes você não precisa “bater o ponto”, nem sequer estar presente na empresa em um horário específico. Os funcionários precisam fazer de fato o trabalho que lhe foi designado. Como, quando, onde e com quem eles fazem, é de responsabilidade deles. No entanto, o funcionário é totalmente responsável pelo trabalho feito.

Esse tipo de motivação pode ser muito superior do que salários altos, pois quando nós atingimos uma qualidade de vida digna para nossa família, o dinheiro deixa de ser um fator motivador para nosso desempenho.

Autonomia não significa independencia. Significa liberdade de escolha. O senso de ter autonomia produz um efeito muito positivo na nossa atitude e em nosso desempenho. Além disso, segundo algumas pesquisas, existe um relação direta entre autonomia e bem-estar geral.

2. Maestria

Nós queremos ser cada vez melhores nas coisas que nos preocupamos.

Quando fazemos o que gostamos e somos bons nisso, normalmente alcançamos o que a psicologia chama de Estado de Fluxo. É um estado em que você está completamente focado no que você está fazendo e usando ao máximo suas habilidades. O tempo voa e o relacionamento entre você e sua tarefa é perfeito.

A busca constante pela melhoria nos ajuda a nos sentir satisfeitos com nosso trabalho e nos leva para um nível maior de produtividade. De fato, estudos mostram que o desejo por desafios intelectuais é o melhor indicador de produtividade.

O oposto também influencia, contudo negativamente: Fazer tarefas que não são minimamente desafiadoras é uma fonte de frustração. Precisamos achar um equilíbrio entre o que nós temos que fazer e o que nós podemos fazer.

Maestria não é fácil, requer um esforço contínuo e nunca estará completamente alcançado. Porém, quanto mais você melhora suas habilidades, mais você irá gostar de continuar exercitando.

3. Propósito

Nós precisamos conectar a conquista da excelência a um grande propósito.

Esse é o terceiro pilar da motivação e o que nos dá uma ligação entre os outros dois. De acordo com Csikszentmihalyi, propósito fornece energia para viver.

Até agora, as metas das empresas são anunciadas usando palavras como eficiência, vantagens, diferenciais, valores, etc. É importante realmente saber porque fazemos o que fazemos com palavras diferentes como verdade, amor, ajuda, melhorar, etc. O propósito de uma empresa e como isso está relacionado com a comunidade pode ser um incentivo muito maior do que meramente financeiro.

Metas com fins lucrativos talvez tenham impacto nos investidores, mas nenhum no bem-estar dos clientes e empregados. Não é sobre ter apenas metas, mas sobre ter as metas certas. Benefícios devem ser vistos como uma forma de se aproximar dos objetivos, mas não dos objetivos em si.

Se você ainda não pensou sobre isso, segue um guia para achar seu propósito de vida.

Bônus

Agora vai uma dica minha sobre um dos melhores Ted Talks que já assisti, não deixe de conferir The puzzle of motivation

rails, ruby

Active Record e Arel

Mais uma vez falando do tal ActiveRecord. Ele é simples a primeira vista, mas para dominar por completo e da melhor forma seus métodos e comportamentos é necessário um pouco mais de estudo e muita prática. Os slides abaixo mostram um pouco de código feio e código elegante usando ActiveRecord e também o Arel, o poderoso gerador de consultas SQL por tras do Rails. Vale conferir

http://danshultz.github.io/talks/mastering_activerecord_arel/#/

git, Uncategorized

Git – Deletar Branch Local e Remotamente

Suponha que você possui um branch em seu ambiente de desenvolvimento chamado  development. Esse branch também está em um repositório remoto no github, por exemplo. Deletar esse branch localmente é muito fácil, basta executar o conhecido comando:

$ git branch -d development

O que não é muito visto nas documentações básicas é o comando para deletar o branch remoto. Caso origin seja o nome do seu repositório remoto, para deletar o branch origin/development basta seguir o comando:

$ git push origin :development

Apesar de o comando acima ter de fato deletado o branch remoto, suas referências nos branchs locais dos demais desenvolvedores ainda irão existir, ou seja os outros devs do seu time ainda vão ser o branch remoto que você deletou. Para resolver isso, basta atualizar as referências com o comando abaixo:

$ git remote prune

Git é foda, o resto é moda :P